Sobre

O meu avô costumava ouvir Frank Pourcel, Maurice Chevalier e lembro-me daquelas cassetes que tocavam incessantemente durante as viagens de carro e que nem sempre faziam as minhas delicias. Lembro-me de uma noite me ter ido deitar, e debaixo da minha almofada estar um CD do Frank Sinatra – oferta da minha mãe. O meu gosto pelo Jazz e pelos standards começa cedo e entranha-se sob a minha pele. Mais tarde a bossa-nova segue o mesmo caminho. Cantar temas que sempre fizeram parte do meu imaginário é hoje, mais do que nunca, o meu caminho. Até os cantores franceses do meu avô se tornaram, afinal, parte de mim.

Cantar é a minha maior necessidade, o amor é o meu maior mistério. Cantar sobre o amor é a derradeira psicanálise!